CARTA AOS CLIENTES

AGOSTO 2026

A conta da credibilidade

Por que o Fed, as grandes empresas de tecnologia e o Brasil passaram a ser cobrados pela mesma régua, e o que essa cobrança muda na sua carteira.

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NESTA CARTA

› Fed dividido — manutenção por 9 votos a 3, com três diretores já votando por alta, a primeira dissidência tripla desde 2016

› A meta é 2%, e ponto — Warsh assume o custo de reconquistar credibilidade, e o mercado passa a precificar alta em setembro

› A prova do caixa — a régua da tecnologia deixou de ser receita e passou a ser geração de caixa e margem

› Petróleo perto de US$ 100 — alta de mais de 20% em julho mantém a inflação global no radar dos bancos centrais

› Eleição e contas públicas — sem ajuste, a dívida bruta caminha de 83,5% para 87,9% do PIB até 2029

› Juro real acima de 8% — a desconfiança virou prêmio contratual para quem investe com horizonte longo

› A conta do capex — Meta vê o caixa livre cair 91%, Microsoft resiste e a Apple perde US$ 500 bilhões em valor

Como fechou julho de 2026

O retrato do mês que passou, com o fechamento e a variação dos principais indicadores que acompanhamos nas carteiras.

ÍNDICE FECHAMENTO EM 31/07 VARIAÇÃO EM JULHO
Ibovespa 177.999 pts +3,47%
S&P 500 7.489,72 pts −0,13%
Nasdaq-100 28.274,20 pts −6,61%
Bitcoin (BTC/USD) US$ 62.875,50 +7,24%
IFIX 3.818,52 pts −0,32%
Dólar (USD/BRL) R$ 5,0754 −1,68%
Tesouro IPCA+ 2050 (PU) R$ 870,60 −0,87%

Fechamentos de 31 de julho de 2026 e variação sobre o fechamento de junho. No Tesouro IPCA+ 2050, a variação corresponde ao preço do título no mês, efeito da marcação a mercado. Fontes: B3, Investing.com e Tesouro Nacional.

Duas leituras saltam do quadro. A primeira é a distância entre a bolsa brasileira, que subiu 3,47% e interrompeu quatro meses de queda, e a tecnologia americana, que amargou o pior mês desde março de 2025. A segunda é o comportamento da renda fixa longa: mesmo com o dólar cedendo, o título indexado à inflação perdeu valor, sinal de que o mercado seguiu cobrando mais prêmio para financiar o país. As duas histórias se explicam nas próximas páginas.

De onde viemos, e o que endureceu

Na carta de julho, escrevemos que o mundo havia trocado a obsessão por eficiência pela busca de segurança, e que essa mudança reprecificaria juros, commodities e o lugar do Brasil no mapa. Um mês depois, a tese não só se manteve como ganhou um nome mais preciso. O que os mercados passaram a cobrar, de todo mundo e ao mesmo tempo, é credibilidade. E credibilidade, quando falta, sai caro.

As duas últimas semanas ilustram bem o desconforto. Enquanto a bolsa brasileira ficou praticamente parada, sustentada por commodities e bancos, as bolsas americanas corrigiram com força, puxadas pela venda de ações de semicondutores e por um banco central mais rígido do que se esperava.

Há uma lição imediata nesse desenho, e ela vale mais do que o desempenho do período. Diversificar não é ter tudo subindo ao mesmo tempo, é ter sempre alguma coisa funcionando quando outra vai mal, e foi exatamente o que aconteceu aqui: enquanto a tecnologia americana derretia, foram as commodities e os bancos brasileiros que ampararam o patrimônio de quem carregava os dois lados. Não foi sorte, foi construção. E é essa construção que o restante desta carta pretende justificar, tema a tema.

Fed: a briga pela credibilidade

O Federal Reserve manteve os juros americanos na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano, mas o detalhe que importa está no placar. A decisão saiu por nove votos a três, e os três dissidentes não pediam corte, pediam alta de 0,25 ponto. É a primeira vez desde 2016 que três diretores divergem na mesma direção, o que diz muito sobre o clima interno do comitê.

Vale um parêntese para quem não acompanha o assunto de perto: bancos centrais costumam falar a uma só voz porque a comunicação é parte da política monetária, do mesmo modo que pai e mãe precisam sustentar a mesma resposta diante de uma criança. Quando três diretores rompem esse alinhamento, o mercado entende que a discussão interna já não é sobre quando afrouxar, e sim sobre quanto ainda falta apertar.

Kevin Warsh, que preside o Fed desde o começo do ano, reforçou o recado com uma frase seca: a meta é 2%, e ponto. Ele lembrou também que uma inflação persistente não se cura em nove semanas. O contexto explica a rigidez. A inflação americana roda entre 3% e 4%, não volta a 2% há seis anos, e Warsh construiu sua reputação criticando justamente a leniência da gestão anterior. Ele entrou para reconquistar uma credibilidade que julga perdida, e está disposto a pagar o preço disso. O mercado entendeu a mensagem e já trata como provável uma alta de juros em setembro, algo impensável há poucos meses.

O QUE ISSO SIGNIFICA NA PRÁTICA

Juro alto nos Estados Unidos seca a liquidez do mundo inteiro. Quando sobra dinheiro barato por lá, o capital viaja em busca de retorno e irriga emergentes, bolsas e ativos de risco em geral. Quando o dinheiro encarece, ele volta para casa. É o mesmo movimento que explica a pressão sobre o real, sobre a nossa bolsa e sobre as criptomoedas, e ele deve continuar enquanto o Fed estiver brigando para trazer a inflação de volta à meta.

Tecnologia: a régua virou o caixa

A correção das bolsas americanas tem uma causa mais interessante do que o susto sugere. Com cerca de 61% das companhias do índice já tendo apresentado os números do trimestre, o retrato é de receitas crescendo perto de 15% e lucros bem acima do esperado. Ou seja, o resultado veio forte. O mercado, porém, foi olhar outra linha do balanço, e ali a história muda: o que sobra de caixa depois do investimento pesado em inteligência artificial.

A divergência ficou explícita quando duas gigantes reportaram na mesma noite. A Microsoft entregou receita de US$ 90 bilhões, com alta de 18%, viu sua nuvem crescer 43% e conseguiu sustentar um fluxo de caixa livre de US$ 19,6 bilhões, valor 23% menor que o do ano anterior, porém acima do que o mercado projetava. Ainda revisou o investimento previsto para o ano de US$ 190 bilhões para US$ 175 bilhões, sinal de disciplina. A ação subiu 14%. Já a Meta faturou os US$ 60,8 bilhões esperados, mas viu o fluxo de caixa livre desabar 91%, de US$ 8,5 bilhões para apenas US$ 784 milhões, consumido por um investimento de quase US$ 31 bilhões em um único trimestre. A ação caiu 9%. Na semana anterior, a Alphabet havia reportado o primeiro fluxo de caixa livre negativo desde a sua abertura de capital, em 2004.

Duas empresas do mesmo setor, no mesmo dia, com destinos opostos. A diferença não esteve na receita nem na promessa, esteve na capacidade de pagar a conta sem perder o fôlego. É exatamente a mesma cobrança que o Fed faz a si mesmo, aplicada às companhias: não basta anunciar, é preciso provar.

A ironia do ciclo apareceu logo depois, com a Apple. A ação caiu quase 10% na sexta-feira, o pior pregão desde o pânico da pandemia, apagando cerca de US$ 500 bilhões de valor de mercado e devolvendo à Nvidia o posto de empresa mais valiosa do mundo. O motivo não foi falta de demanda, foi falta de peças. A corrida por data centers de inteligência artificial sugou a oferta global de memória e processadores, e nem a Apple, com toda a sua escala, escapou. Tim Cook classificou a escassez como muito significativa e admitiu ter pouca margem de manobra. É o paradoxo que descrevemos em julho se materializando: a inteligência artificial encarece o mundo físico antes de baratear o digital.

Nada disso encerra a corrida da inteligência artificial, e é importante separar as duas coisas. A demanda é real e verificável: a nuvem do Google cresceu 82%, a da Amazon avançou perto de 40%, e a própria Alphabet acumula uma carteira de pedidos de cerca de US$ 500 bilhões, bem acima do investimento previsto para o período. Ninguém está construindo no escuro. O que mudou é que o mercado passou a separar quem financia essa expansão com caixa próprio de quem a financia com paciência alheia. Somadas, as quatro maiores devem investir cerca de US$ 720 bilhões em 2026, a maior aposta corporativa da história recente, e ela será cobrada trimestre a trimestre.

Petróleo: o prêmio que não sai do preço

A terceira peça vem da energia. Uma nova escalada no Oriente Médio empurrou o barril de volta para perto de US$ 100, com alta superior a 7% em um único pregão e mais de 20% no acumulado de julho. O tráfego pelo Estreito de Ormuz segue reduzido, as retaliações continuam no Mar Vermelho, e há discussão nos Estados Unidos sobre taxar em 20% as cargas que navegam sob proteção americana.

O ponto relevante não é o preço de hoje, e sim o que ele revela. Depois de recuar abaixo de US$ 90 com a trégua, o petróleo disparou outra vez, sinal de que o mercado apenas trocou o risco de uma escalada imediata por uma fragilidade duradoura. Vale lembrar que o Pentágono estimou seis semanas para o conflito, e já caminhamos para seis meses. É a reprecificação da segurança que descrevemos em julho, agora com uma consequência prática: enquanto o mundo pagar por redundância, ou seja, por estoques extras, rotas alternativas e capacidade de reserva que só existem para o caso de algo dar errado, o prêmio geopolítico não sai do barril, a inflação global segue pressionada e a ala mais dura do Fed ganha argumentos.

O gráfico mostra como as peças se encaixam. O petróleo puxa a inflação, a inflação sustenta o discurso duro do banco central americano, o dólar se fortalece, e o preço dos títulos longos brasileiros cede. O Bitcoin, sensível como sempre à liquidez global e ao juro americano, ficou de lado na casa dos US$ 64 mil, à espera do mesmo gatilho. Vale a disciplina de sempre: cripto é um ativo de volatilidade elevada, e nem o investidor mais arrojado deveria carregar mais do que 5% do patrimônio na classe.

Brasil: o que o mercado cobra na urna

Com o fim da Copa, o país voltou a olhar para o próprio futuro, e as convenções partidárias oficializaram os nomes que disputarão outubro. A pesquisa Quaest de meados de julho mostrou Lula com 40% contra 28% de Flávio Bolsonaro no primeiro turno, e 45% a 37% num eventual segundo. É uma fotografia do momento, não uma previsão, e vale tratá-la como tal.

O mercado, porém, não vota. Ele precifica. E aquilo que ele examina em cada candidatura não é a bandeira partidária, é a conta que o próximo governo terá de fechar. O Tesouro Nacional já alertou que as metas ficam inviáveis daqui a dois anos, e a trajetória da dívida ajuda a entender o desconforto.

São 4,4 pontos percentuais do PIB em três anos, um avanço que nenhum governo consegue ignorar por muito tempo. Daí a conclusão que repetimos há meses e que independe de preferência política: o ajuste fiscal é inevitável, qualquer que seja o vencedor. A diferença estará no tamanho, no ritmo e na credibilidade de quem o conduzir.

A LEITURA PARA O INVESTIDOR

O risco fiscal costuma aparecer primeiro nos preços de prazo mais longo, e foi o que julho mostrou: a expectativa de inflação para 2028 subiu de 3,70% para 3,78%, sinal de desancoragem, enquanto o dólar recuou e o estrangeiro voltou a comprar ações brasileiras, ambos sustentados pelo diferencial de juros. Câmbio e curva longa contaram histórias diferentes no mês, e é a curva que conversa com quem investe por décadas. A leitura, portanto, é a de sempre: não se posicionar por palpite eleitoral, e sim montar uma carteira que atravesse qualquer resultado.

Renda fixa: quando a desconfiança vira prêmio

A mesma desconfiança fiscal que incomoda tem uma contrapartida generosa, e ela está na renda fixa. O preço unitário da NTN-B com vencimento em 2050 recuou quase 5% no período, o que assusta quem olha apenas o extrato. Vale entender o mecanismo: título público não tem preço fixo, ele oscila todos os dias, e quando o preço cai é porque a taxa que ele paga subiu. A marcação negativa de hoje é, para quem ainda vai investir, uma taxa de entrada melhor.

Duas forças explicam esse movimento. A primeira é técnica: a mudança nas regras de tributação da previdência privada para aportes acima de R$ 600 mil secou a captação do setor, que era o maior comprador desses papéis no país, e menos demanda derruba preço. A segunda é estrutural: quanto maior a dúvida sobre a capacidade de pagamento do país no longo prazo, maior o prêmio que o investidor exige para financiá-lo. O resultado aparece na curva.

Estamos falando de travar mais de 8% ao ano acima da inflação por uma década, com risco soberano e de forma contratual. Em qualquer comparação histórica, isso é raríssimo. E há uma assimetria elegante embutida aqui: quem compra esses papéis hoje recebe o cupom alto durante todo o período e, se em algum momento o país reconquistar credibilidade e as taxas caírem, ainda captura o ganho da valorização do título.

A AÇÃO QUE O MOMENTO PEDE

Prêmios como esse aparecem justamente quando o desconforto é grande, e desaparecem quando a poeira assenta. Para objetivos de longo prazo, como aposentadoria, sucessão ou reserva estratégica, este é um dos melhores momentos da década para alongar prazos em juro real. A disciplina aqui é dupla: escolher o vencimento compatível com o seu objetivo e ter tranquilidade para carregá-lo, sabendo que a oscilação pelo caminho é o preço do prêmio, não um defeito.

Síntese: a tese encadeada

Os quatro assuntos desta carta parecem distantes entre si, mas obedecem à mesma lógica. O Fed aperta porque precisa reconquistar a credibilidade de uma meta descumprida por seis anos. As empresas de tecnologia corrigem porque o mercado deixou de aceitar promessa e quer ver caixa. O petróleo mantém prêmio porque ninguém mais confia plenamente na segurança das rotas. E os títulos brasileiros pagam mais de 8% de juro real porque o investidor duvida da trajetória fiscal do país. Em todos os casos, o mercado está fazendo a mesma pergunta e cobrando pela resposta.

Para a carteira, a consequência é bastante concreta. Vale exigir dos seus investimentos aquilo que o mercado agora cobra de todos os lados: entrega comprovada. Isso significa qualidade na renda variável, com empresas que geram caixa de verdade; prêmio contratual na renda fixa, travando juro real elevado enquanto ele existe; diversificação por geografia e por moeda, que é o que mantém a carteira de pé quando um dos lados falha; e eficiência na estrutura, escolhendo veículos que não deixem retorno pelo caminho.

O RISCO PRINCIPAL DA TESE

O maior risco é o do prolongamento. Se o petróleo permanecer perto de US$ 100 por muitos trimestres, a inflação global segue pressionada, o Fed sobe juros e a liquidez demora mais a voltar, o que adia a recuperação dos ativos de risco e mantém o dólar forte. No Brasil, um ajuste fiscal que não venha, ou que venha sem credibilidade, manteria a curva longa aberta por mais tempo. Mesmo nesse cenário, a estratégia desta carta não muda, porque juro real alto e qualidade protegem justamente quando o ambiente demora a melhorar. Apenas o calendário se alonga.

Recado ao nosso cliente

Existe uma pergunta que ouço com frequência nos momentos assim, e ela costuma vir em tom de desabafo: como decidir com tanta coisa em aberto? A resposta que dou é sempre a mesma, e ela vale mais do que qualquer projeção. Você não precisa acertar para onde vão os juros, a inflação, o petróleo ou a eleição. A carteira precisa estar acima disso.

Essa é a diferença entre investir e apostar, porque quem aposta depende de o cenário confirmar o palpite, enquanto quem investe monta uma estrutura que funciona em vários cenários, aceita a volatilidade como parte do caminho e aproveita os momentos de desconforto para comprar melhor. Foi assim nas duas últimas semanas, quando o lado brasileiro da carteira amorteceu o tombo do lado americano, e é assim agora, com o juro real generoso aparecendo justamente porque o ambiente está ruidoso.

Não estamos pedindo que você assuma riscos incompatíveis com o seu momento de vida, e sim dizendo, com convicção, que este é um momento de construção, e construção se faz travando juro real elevado para os objetivos de longo prazo, mantendo qualidade e geração de caixa na parcela de renda variável, preservando a diversificação internacional, que existe justamente para as épocas em que o lado fraco da carteira for o Brasil, e cuidando da estrutura, porque eficiência tributária, ao longo de décadas, vale tanto quanto acerto de ativo. Cada uma dessas decisões, naturalmente, calibrada para o seu perfil, seus objetivos e seu prazo. Quem constrói o patrimônio que merece raramente chega lá por adivinhar o próximo movimento, e sim por somar disciplina, paciência e a coragem de agir quando a maioria prefere esperar, e é justamente por isso que, num mundo que voltou a cobrar credibilidade de todos, o nosso compromisso é merecer a sua, decisão após decisão, em cada etapa da travessia.

Sobre o autor

Rafael Costa (CGA | CFP®)

Fundador e CEO da Cash Wise

Rafael Costa

Investidor no mercado financeiro desde 2006 e educador financeiro desde 2017, Rafael Costa reúne mais de vinte anos de experiência em finanças, gestão e tecnologia, e carrega as principais certificações do mercado brasileiro, entre elas a de gestor de recursos e a CFP®, de alcance internacional.

A trajetória começou pela educação, quando ele passou a falar publicamente sobre investimentos para ajudar as pessoas a organizar a própria vida financeira, movimento que deu origem ao Cashflix em 2020.

Foi de dentro daquela escola que veio o passo seguinte, porque em 2022, ao lado de cinco alunos, ele fundou a Cash Wise, hoje um escritório credenciado pela XP Investimentos que reúne mais de 60 assessores, atende mais de 2.800 clientes e administra R$ 500 milhões sob custódia, com presença em mais de doze estados brasileiros e atendimento também a clientes no exterior. Esse crescimento rendeu à casa, em 2025, o reconhecimento da XP entre os escritórios que mais se expandem no país, no mesmo período em que Rafael figurou, mais de uma vez, entre os educadores financeiros mais influentes do Brasil, segundo a ANBIMA (Finfluence).

É dele a leitura de cenário que dá origem a esta carta, escrita mês após mês com a mesma convicção que orienta a casa desde o primeiro dia, a de que alinhamento de interesses, visão de longo prazo e acompanhamento próximo são exatamente o que separa uma assessoria de verdade de um vendedor de produtos.

2006 Investindo no mercado
2017 Educando investidores
2022 Fundação da Cash Wise
+60 Assessores no time

VAMOS CONTINUAR ESSA CONVERSA?

Esta carta chega uma vez por mês, mas o mercado se move todos os dias, e é nas redes sociais que eu comento as decisões que mexem com os preços, compartilho o que ando estudando sobre alta performance em investimentos e mostro os bastidores da Cash Wise. Se o que você leu até aqui fez sentido, me acompanhe por lá, vai ser um prazer ter você por perto entre uma edição e outra.

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